terça-feira, 21 de dezembro de 2010

E mais um ano se vai... estamos as vésperas do Natal! Para muitos, uma época tumultuada, atribulada e até ingrata. Para outros, um momento triste ou de insegurança, desgosto. Para mim, uma mistura de melancolia e esperança na renovação. Acredito que devemos rever nossos conceitos ou pré-conceitos independente de época ou momento de vida. Mas é com a chegada do Natal, culminando no novo ano, que damos o start nesse processo de reformulação natural dos nosso sonhos, objetivos, metas (a nomenclatura não importa realmente). Então vamos lá: o que eu desejo pro próximo ano é, acima de tudo, bom senso. Pra mim, pra você, nossos amigos, inimigos, familiares, vizinhos, para os políticos brasileiros, meios de comunicação, comunidade religiosa, empresários, poder público, líderes mundiais, enfim, pra geral. Com uma boa dose de bom senso tenho certeza que metade dos problemas do mundo seriam resolvidos. O bom senso implica na compaixão, compreensão, no altruísmo, comprometimento, coletivismo. Precede a cobiça, ganância, vaidade, soberba ou ambição. Uma pessoa arrogante não é alguém com bom senso, fato. Por isso, vamos refletir sobre os nossos atos, mesmo os desesperados, e tentar assimilar quantas as situações nas quais não agimos impulsionados por algum desses sentimentos mesquinhos. Nessas, sim, praticamos o bom senso. Que se multipliquem em 2011!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Te quero bem, Rio!

Já que tem tanta gente 'opinando', eu penso o seguinte: não é o usuário de drogas o principal culpado pela situação vergonhosa do Rio de Janeiro. Temos que ser realistas e aceitar que as drogas são consumidas em quantidades nem mensuráveis no mundo inteirinho há milênios. E só nos países subdesenvolvidos, com governantes omissos e corruptos, acontece esse tipo de guerra, né não?! (com direito a tanque anfíbio e o caralho a quatro!). Bom, o ponto é que o mercado das drogas, lícitas ou ilícitas, é como outros tantos no país. Quando bem articulado, gera muito lucro. E seus maiores financiadores são, na verdade: governos, banqueiros e investidores privados interessados só no MONEY! Desde sempre, gente.
Enquanto o interesse continuar sendo poder e grana, sem investimento ou preocupação com o sociocultural, as diferenças se tornarão cada vez maiores e o caos se instalará. País com educação e saúde dignos = país sem miséria = pouca violência = tolerância = bom senso = qualidade de vida!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Bem que te quero sempre Daniel

Não é que eu tenha mudado de idéia, tá? Muito pelo contrário... ainda acho a fase da conquista maravilhosa e até obrigatória. Mas têm casos e casos. E no meu é diferente. Muito provavelmente por conta da nossa distância física. Ou talvez por ser um caso antigo, haver amizade e cumplicidade, não sei ao certo. O que eu sei é que estou a-p-a-i-x-o-n-a-d-a! Em estado de graça, feliz e contente, ou como 'pinto no lixo', tanto faz. E a boa notícia, sendo correspondida. Aprisionada? Talvez. Tem problema não. Estou forte, segura, pronta, a fim de viver cada dia dessa nova paixão sem medo de ser feliz, ou infeliz, vai saber? Mas isso não importa. Aí vcs pensam: 'como assim não importa, louca?!' Não mesmo. O desfecho é uma outra questão... o importante é a sensação e o que esta causa a sua mente e ao seu corpo, por consequencia. Como afirma um dos meus ídolos, Deepak Chopra: 'Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos! Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles. Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente'. Tô com ele e não abro! Por isso, galerinha, bora curtir uma grande paixão? Não tem nada melhor pro coração (pros pulmões, rins, fígado, pra pele!). E que depois da paixão venha o amor! Porque a paixão mexe, amolece, arrebata, mas passa; o amor transcende.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Bem que te quero Daniel, Guilherme, Pedro, Bruno...

Como boa virginiana que sou, a primeira sensação é a culpa... uma impressão de leviandade, não sei bem. Motivação: após uma boa análise praticamente concluo que os momentos de conquista devem ser protelados ao máximo, quase sempre, sem pressão pra definição. Nessa hora, foco demais acaba cegando. Já minha porção racional (bem grande por sinal), ao contrário, grita: '- Bora, minha filha, resolve isso logo de uma vez, perder tempo pra quê? Vc já tá com 36!'. Aí a gente pensa, faz como? Só digo uma coisa: a razão ado-óóó-ra te sacanear, tá?! A questão é: por que a pressa? Que urgência é essa? Ânsia desmedida! Uhum, sei bem do que se trata. O mal da sociedade contemporânea tacocrática. E a gente que se acha mais esclarecido, por isso menos influenciável, fica refém dessa necessidade de realização imediata, direto e sem escalas! (Afe... por que demorei tanto tempo pra reconhecer o poder da nossa respiração e meditação? Viva a Yoga!). Olha, a minha reflexão me mostra que o grande lance é aproveitar conscientemente esses momentos, ao invés de descosiderá-los por pura insegurança. Conquiste sim, muito, sempre e sem culpa. Aproveite cada uma delas! Mas confesso, ainda não sou tão boa nisso... Conselho: façam o que eu falo, não façam o que eu faço. Até porque, da conscientização pra ação tem um longo caminho a ser percorrido... mas eu chego lá! Podem apostar.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O Profeta - fragmentos.

Então um velho estalajadeiro disse: 'Fala-nos do comer e do beber'.
E ele respondeu: 'Pudésseis viver do perfume da terra e, como uma planta, nutrir-vos da luz.
Mas, já que deveis matar para comer e roubar do recém-nascido o leite de sua mãe para saciar vossa sede, fazei disso um ato de adoração.
E que vossa mesa seja um altar onde os puros e os inocentes da floresta e da planície são sacrificados àquilo que é ainda mais puro e mais inocente no homem'...
G. K. Gibran

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Tem salvação II

Amor-próprio, vc tem o seu? Está em alta? Trabalha ele diariamente? Li um livro ontem que trata do tema com muita delicadeza, sem perder a objetividade. 'Aprendendo a gostar de si mesmo', de Louise Hay. Auto ajuda? Isso mesmo! Porque se ajudar faz parte do processo.
Resumo agora os onze passos encontrados pela autora para a internalização desse aprendizado:

Passo 1
Não se critique: abandone o chicotinho e reconheça suas fraquezas sem culpa, procurando administrá-las da melhor forma possível.

Passo 2
Não se deixe assustar: pare de criar ilusões negativas com relação ao novo, inesperado, e procure ter uma visão otimista (ou pelo menos imparcial) com relação aos acontecimentos.

Passo 3
Seja amável, gentil e paciente: não só com os outros, mas consigo. Não desista dos seus desejos ou sonhos, caso eles demorem mais do que o esperado para se realizarem. Invista, escolha os pensamentos que incentivem-no a persistir.

Passo 4
Pense com bondade a seu respeito: faça afirmações positivas a seu respeito. Substitua a culpa pela responsabilidade. A culpa só causa dor; a responsabilidade causa movimento.

Passo 5
Relaxe: de olhos fechados, inspire e espire profundamente algumas vezes... durante a espiração, libere as tensões, solte o corpo e relaxe... repita o exercício sempre que sentir vontade.

Passo 6
Medite e visualize: utilizando a técnica que melhor assimilar, entre em contato consigo. Ouça a sua voz interior. A meditação faz milagres...

Passo 7
Elogie-se: a crítica destrói a auto-estima, o elogio a eleva. Identifique as suas qualidades e orgulhe-se delas. Não é uma questão de vaidade, mas de auto-valorização.

Passo 8
Apóie-se: peça ajuda, procure meios de apoio. Pode ser de forma impessoal, através de amigos e parentes. Ou profissional, procurando uma terapia tradicional ou alternativa.

Passo 9
Tenha carinho com o negativo: procure abandonar hábitos que comprometam a sua felicidade, sem odiá-los. Um dia eles já lhe serviram, mas hoje você optou por cultivar comportamentos que o façam progredir.

Passo 10
Cuide do seu corpo: alimente-se da melhor forma possível, procure praticar exercícios físicos que lhe tragam prazer e evite os excessos. Seu corpo é a casa da sua alma, cuide bem dela.

Passo 11
Faça o exercício do espelho: olhe para o espelho e diga o quanto vc se ama; que o seu amor é grande e verdadeiro. Repita em voz alta, se preferir. Mas não deixe de exercitar o seu amor por vc!

Como diria o Roger: "Eu me amo, eu me amo... não posso mais viver sem mim'.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Todo dia é dia

Fazer o bem vai além de iniciativas de voluntáriado ou solidariedade com uma motivação especial. Fazer o bem consiste também nos pequenos atos que praticamos diariamente sem nos darmos conta. Quando você se levanta para dar lugar a alguém no ônibus, independente de ser um idoso ou uma grávida (porque aí é obrigação!), quando cede o seu lugar na fila para uma pessoa com pressa, quando acaricia uma criança carente ou desconhecida, quando elogia sem interesse algum, quando ajuda por livre e espontânea vontade, enfim, quando faz algo bacana por outrem sem prever as consequências. Tais atitudes, muitas vezes imperceptíveis mesmo para nós que as praticamos, demonstram, da mesma forma, alguém 'do bem'. E é verdade quando dizem que fazer o bem faz bem. Já experimentou?

Tem salvação

Existe melhor sensação do que amar e ser amado??? Por que será que tantos têm tanta dificuldade não só para amar, mas para se deixarem ser amados? Amar parece tão fácil... e ser amado então? Moleza. Precisamos aprender a nos abrir pro amor. A aceitá-lo, venha de quem vier. Pois o amor, ao contrário da paixão, não aprisiona. O amor é pleno, altruísta. O amor não desgasta ou causa conflitos. Ele não é baseado no sexo ou na possessividade. No amor se pode tudo! Ele resiste à distância, à dor, à rejeição, até à morte. Pro amor não existem barreiras, ele transcende o tempo e o espaço. Por isso, gente, amem, amem muuuuuito. Pois só o amor salva!